ATENÇÃO:
Os links postados referentes a álbum de fotos, não estão abrindo porque o picasa acabou com os álbuns antigos.
Eles têm um novo sistema o qual ainda não sei como usar.
Assim que eu tenha informações, tentarei reorganizar.
Desculpem e abraços fraternos.
Vou tentar usar um link:
Anos 60 https://get.google.com/albumarchive/112782065955255234219/album/AF1QipM1z4kBg6xMPopFCHf15_bOV90WwmXmqIKR2i8E?source=pwa
domingo, 21 de outubro de 2018
domingo, 29 de julho de 2018
Emblema da UR ENA e ENV
Os símbolos representam a Agronomia e a Veterinária
Este emblema deve ter origem na década de 1940 pois a UR foi criada em 1943.
A posse do arquivo é de 1952
Ao chegar em casa colocou-o dentro de um livro.
Formou-se mais tarde em Agronomia
E acaba de achar este tesouro ao folhear o livro no qual o havia guardado. (2018)
O menino é Mendel Rabinovicht ENA 64.
sábado, 30 de junho de 2018
terça-feira, 12 de junho de 2018
Aos Amigos e Amigas da Rural ou visitantes
Criei o blog www.boanoiteebonssonhos@blogspot.com
São "bobaginhas" escritas, mas que gostaria de compartilhar com vocês.
Se gostarem, curtam e entrem para seguir, ok?
Também tenho um canal no youtube pesquisar em Suely Domingues
Grande abraço
Também tenho um canal no youtube pesquisar em Suely Domingues
Grande abraço
Suely (patioba - 61)
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
HOMENAGENS DO BLOG
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
ENA 1957 É DIAMANTE
60 ANOS DE FORMATURA
60 ANOS DE FORMATURA
BAIXADA DE ITAGUAÍ
João Montojos
Era dezembro de 1957. Aquele dia 21,
tal como frequentemente ocorre na Baixada de Itaguaí, amanhecera encoberto e
muito abafado. A atmosfera densa tornava penoso o simples ato de respirar. Já
se podia imaginar que o termômetro atingiria nas primeiras horas da tarde as
raias dos 40º C, tal como ocorre frequentemente na Baixada de Itaguaí.
Logo cedo um grupo de jovens mal
disfarçava sua ansiedade ao se preparar para a batalha final da grande guerra
em que se transformara sua vida estudantil. Tomados por múltiplas emoções viam
desenrolar diante de seus olhos as cenas mais relevantes de sua curta
existência.
Instantes de grande alegria, de
profunda tristeza, de preocupações, de decepções e de esperanças misturavam-se
formando um mosaico indecifrável. Essa era a visão que resumia, naquela hora,
seus dias universitários.
A incerteza no futuro, por outro
lado, espicaçava seus espíritos ainda em formação, tal como ocorre
frequentemete com todos os moços quando de seu ingresso na vida profissional.
O grupo extremamente heterogêneo era
formado por indivíduos provenientes dos mais diversos rincões desse país e até
de fora dele. De condição sócio-econômica variada, de hábitos e costumes nem
sempre comuns, os componentes da Turma ENA 57 em tudo se assemelhavam aos
integrantes dos demais grupamentos estudantis da Rural.
Depois da cerimônia religiosa, da
estafante solenidade de colação de grau, do plantio da árvore que marcaria para
sempre a passagem da Turma pelo km 47 e do almoço festivo, chegara a hora
indesejada da despedida.
Com a voz embargada os formandos se
abraçavam fortemente e choravam o fim daquele convívio. Com poucas palavras e
muitos murmúrios desejavam-se mutuamente boa sorte na estrada que começava a
ser percorrida.
Cada qual ao iniciar-se na nova vida
levava a torcida e a confiança dos demais como arma poderosa na luta por sua
afirmação.
Expressões mais ou menos vazias
frequentemente pronunciadas em ocasiões semelhantes, tais como: "até a vista!”
ou “até qualquer dia!” não estiveram presentes nessa data.
Os jovens, que pareciam apenas novos
atores da velha peça teatral que vinha sendo encenada ano após ano no palco
árido de Seropédica, nesse momento mostraram-se inteiramente diferentes. Não se
conformaram em ver a sólida amizade construída, tijolo por tijolo, em anos de estreita convivência, se desfazer
no ar como se fora apenas fumaça.
A Turma prometeu manter-se unida e
cada qual sempre que possível haveria de comparecer às reuniões que
inevitavelmente seriam programadas.
E de forma inteiramente inédita e
diferente de tudo que se conhece, aquele grupo de amigos, hoje todos
septuagenários, continua a cultivar o salutar hábito de consolidar sentimentos
fraternais,
Movida ainda pelo clima vivido naquele
longinquo 21 de dezembro, quando a elevada temperatura ambiente não superou a
desenvolvida no interior de cada um dos componentes, a Turma ENA 57 vem se
renovando em encontros comoventes ao longo de quase meio século, tal como não
ocorreu jamais, nem mesmo na Baixada de Itaguaí.
Setembro 2005
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